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A LOUCURA DO TRABALHO PDF

Friday, July 19, 2019


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A Loucura Do Trabalho Pdf

Author:TEENA DOLFAY
Language:English, Spanish, German
Country:Venezuela
Genre:Health & Fitness
Pages:416
Published (Last):28.01.2016
ISBN:291-3-80479-913-2
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Sofrimento e precarização do trabalho em enfermagem. Suffering and precarious .. Dejours C. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. Disponível em: myavr.info 7. abstract in Portuguese · text in Portuguese · Portuguese (pdf). Praça Dom Helvécio, 74 - DPSIC - Bairro Dom Bosco São João del-Rei, MG - CEP PDF | O presente trabalho é uma reflexão teórica com o objetivo de refletir sobre as questões de vivências de prazer e sofrimento no trabalho da equipe de.

Indo mais longe ainda, diramos que esse estado de bem estar qualquer coisa sobre a qual temos uma idia. Em ltima instncia, poderamos considerar como sendo um estado ideal, que no concretamente atingido, podendo ser simplesmente uma fico, o seja, uma iluso, alguma coisa que no se sabe muito bem no que consiste, mas sobre a qual se tem esperanas. Tenderamos a dizer que a sade antes de tudo um fim, um objetivo a ser atingido.

No se trata de um estado de bem-estar, mas de um estado do qual procuramos nos aproximar; no o que parece indicar a definio internacional, como se o estado de bem-estar social, psquico fosse um estado estvel, que, uma vez atingido, pudesse ser mantido.

Cremos que isso uma iluso e que simplesmente preciso, e j muito, fixar-se o objetivo de se chegar a esse estado. Vejamos como, e o que isso quer dizer. At agora, tratamos apenas de criticar essa noo de sade, tal qual ela definida pelas organizaes internacionais. O que perguntamos agora se, no perodo recente, puderam ser acumuladas experincias ou novos conhecimentos que teriam por natureza modificar essa definio de sade, ou faz-la progredir.

Respondemos que sim.

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Enumeraremos, e depois explicaremos, trs elementos a serem considerados. Os primeiros elementos ou as primeiras experincias que se devem levar em considerao esto relacionadas com o que se chama de fisiologia, isto , a anlise do funcionamento do organismo, as regras que asseguram seu equilbrio e sua sobrevivncia.

O segundo ponto a psicossomtica. Mais adiante, voltaremos ao assunto, que muito importante. A nosso ver, h ainda um terceiro elemento que pode mudar a concepo de sade, que a psicopatologia do trabalho. Tentaremos agora detalhar um pouco mais esses trs elementos: A fisiologia nos ensinou certos nmeros de coisas, algumas j antigas, mas que, talvez, no tenham sido suficientemente compreendidas ou suficientemente utilizadas. Ensinou que o organismo no se encontra num estado estvel; o organismo no pra de se mexer, est o tempo todo em mudana.

Considerando-se o crescimento, por exemplo, veremos que o fato de crescer tambm no nada estvel. Ento, o que essa estabilidade da sade? Estamos em pleno movimento, durante longos anos, em seguida, envelhecemos e continuamos em movimento. Outro exemplo: A concentrao de acar no sangue, que muda o tempo todo, subindo quando se come, o que normal, para em seguida, baixar.

Em outras palavras, chega-se idia de que o organismo se encontra em constante movimento. O estado de sade no certamente um estado de calma, de ausncia de movimento, de conforto, de bem-estar e de ociosidade. Cremos que isso muda por completo o modo como vamos tentar definir sade e trabalhar para melhor-la. Isso significa que, se quisermos trabalhar pela sade deveremos deixar livres os movimentos do corpo, no os fixando de modo rgido ou estabelecido de uma vez por todas.

Colocando-nos em territrios que so um pouco vizinhos, e que se podem aproximar mais ou menos da fisiologia, poderemos ver o que se passa a nvel psquico.

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Sem querer entrar em definies, vejamos a angstia, por exemplo: a angstia penosa, uma causa de sofrimento; pois bem, a sade no consiste absolutamente em no se ter angstias eis a uma coisa que as pessoas no compreendem e que, em nosso entender, no absolutamente clara para os mdicos hoje em dia. No se trata de fazer desaparecer a angstia. Alis, nunca chegaramos a isso.

Quem no angustiado? Compreende-se que esse um problema absurdo, pois todo mundo angustiado.

Introduction

H porm pessoas que, embora angustiadas, encontram-se em boa sade. Conseqentemente, no se trata de acabar com a angstia, mas de tornar possvel a luta contra ela, de tal modo que se a resolva, que se a acalme momentaneamente, para ir em direo a outra angstia. No questo de aprision-la de uma vez por todas, pois no existem situaes assim.

Sempre no campo das coisas irregulares, das coisas que mudam, pode-se falar tambm sobre o trabalho. Nos ltimos anos, mostrou-se, embora os trabalhadores h muito tempo o soubessem, que quando uma tarefa regular, fixa, imutvel, repetitiva muito perigosa, causando, ou podendo causar, muito mal. O trabalho em linhas de montagem um exemplo tpico de coisas que esto bloqueadas e iguais durante todo o tempo, idnticas o tempo todo. Pois bem, cremos que se pode mostrar que, mais uma vez, a variedade, a variao, as mudanas no trabalho que so as mais favorveis sade.

Cremos que a primeira aquisio desse ponto de vista que vem da fisiologia conduz a que se conceba toda a vida como movimentos, bem como a que se assegure, antes de tudo, a liberdade desses movimentos.

Esse o primeiro ponto. O segundo ponto, que traz novos conhecimentos e novas experincias, a psicossomtica. O que a psicossomtica?

Trata-se de algo bem recente, que se desenvolveu h mais ou menos vinte anos. Psicossomtica as relaes que existem entre o que se passa na cabea das pessoas e o funcionamento de seus corpos.

Sabe-se que entre um e outro h relaes que se estabelecem em permanncia.

Pode-se mostrar, e isso foi mostrado h uns vinte anos, que, quando temos uma doena, esta tem momentos de evoluo, de crises, que no acontecem a qualquer momento na vida. Elas ocorrem justamente em momentos precisos, quando se passa alguma coisa no plano psquico, no plano mental, no plano afetivo.

Foi necessrio muito tempo para que se chegasse a estas relaes que agora comeam a ser conhecidas. Existem doenas que so desencadeadas por uma situao afetiva difcil, por uma espcie de impacto psquico.

Porm, o que verdade para certo nmero de doenas no verdade para todas.

Particularmente, h dois tipos de doena que, pode-se dizer, jamais esto em relao com a vida psquica, e que so, de um lado, as intoxicaes, sejam elas profissionais, ou mesmo as causadas pelo lcool ou por medicamentos e, de outro lado, as doenas parasitrias. As intoxicaes ultrapassam todas as possibilidades de defesa do organismo; quando atacam o organismo, desde que certo nvel seja atingido, ultrapassam todas as possibilidades de defesa.

A no h elementos psquicos que contem e, se contam, muito pouco.

O segundo tipo de doena que no se enquadra a so as chamadas doenas parasitrias, isto , doenas que se contraem essencialmente em pases tropicais, como a sia e a frica, e quase nunca em pases de clima temperado, como a Frana. Arriscando-nos a chocar vocs um pouco, diramos que em quase todas as outras doenas encontram-se relaes muito curiosas entre o que se passa na cabea das pessoas e a evoluo de sua doena fsica.

Ainda neste domnio, digamos da psicossomtica, da psiquiatria etc. No apenas muito difcil de precisar. Indo mais longe, acho que muito perigoso faz-lo. Creio ser perigoso definir o que o normal e o que no , do ponto de vista mental. Tomemos como exemplo o alcoolismo. O alcoolismo sempre normal? Queremos dizer que se pode viver muito tempo absorvendo quantidades importantes de lcool. Observamos muitos casos assim, de pessoas que suportam lcool sem nenhuma doena, sem cirrose, sem anomalia mental, sem nada Pode-se dizer o mesmo tambm em relao angstia.

Nesse caso, ser que o normal seria controlar tudo, de modo a que jamais houvesse angstias? Estamos convencidos do contrrio! Cada pessoa tem sua histria, seu passado, suas experincias, sua famlia. No fundo, toda sua experincia consiste em estabelecer uma espcie de compromisso entre o passado e o presente para tentar escolher o futuro.

Poderamos, por exemplo, dizer que o fato de se militar em sindicatos provoca angstias. No fundo, poder-seia dizer e a penso que serei muito bem compreendido que os militantes, em certa medida, escolhem atacar justamente essa angstia, essas contradies. Quando se v um militante angustiado por problemas de lutas, problemas polticos, de relao de fora, seria a soluo dizer-lhe que necessrio parar de militar?

Compreende-se que isso o contrrio da definio do estado de sade mental. Alis, se se dissesse a todos que militam e que esto angustiados porque militam para pararem de militar, no estamos certos de que eles se sentiriam melhor; provavelmente, alguns se sentiriam muito pior. A dificuldade est a. Cremos que o raciocnio feito no caso do militante vlido para muitas outras profisses.

Queremos dizer que h muitas outras atividades, muitas outras profisses como a dos artistas, por exemplo nas quais as pessoas esto melhor quando se confrontam com esse tipo de angstia e quando tentam resolv-las graas sua atividade, do que quando se colocam ao abrigo de tudo isso. A idia diretora que os homens procuram transformar-se e que no verdade que buscam acabar com a angstia. Em certa medida, todo um processo, toda uma histria, sendo necessrio evitar fazer julgamentos definitivos sobre o que normal e o que no o.

Na melhor das hipteses, podemos conceber a vida das pessoas como uma sucesso de etapas e de compromissos entre sua histria passada e seu ambiente, para tentar transform-lo. Pode-se ver a que a angstia tem seu papel a desempenhar.

Portanto, ainda no que diz respeito a questes psquicas, questes mentais, poder-se-ia dizer que no h um estado de bem-estar e de conforto, mas h, mais uma vez, fins, objetivos, desejos, esperanas.

Em nossa linguagem chamamos a isso desejo. A sade mental no certamente o bem-estar psquico. A sade quando ter esperana permitido. V-se que isso faz mudar um pouco as coisas.

O que faz as pessoas viverem , antes de tudo, seu desejo; isso uma aquisio da psiquiatria e da psicossomtica. O verdadeiro perido existe quando no h mais desejo, quando ele no mais possvel.

Ento, tudo se torna muito incmodo e a que as pessoas vo muito mal. Quando o desejo no mais possvel, quando no h mais desejo, temos o que se chama uma depresso. A psicossomtica nos mostra que quando estamos diante de uma situao assim, em que no h mais desejo, encontramo-nos diante de uma situao perigosa no somente para a cabea depresso, tristeza , como tambm para o corpo; quando nos vemos diante de um estado assim durvel, em que no h mais desejo, o corpo pode adoecer mais facilmente.

Chegamos agora ao terceiro ponto, que trata das aquisies desses ltimos anos, e que chamamos de psicopatologia do trabalho. Creio que a psicopatologia do trabalho chegou a esse resultado novo e isso provavelmente provocar risos, mas, enfim, novo para os cientistas e sabese que muitas vezes eles demoram para compreender ou integrar certas coisas de que o trabalho um elemento fundamental para a sade.

Se o trabalho pode ser perigoso, se pode ser causa de sofrimento, preciso tambm compreender que o no-trabalho igualmente perigoso. Regarding the sense of relief as perceived: There was a relief Participants who had had explanation of the feeling when the customer had gone through researchers in the classroom about the survey much suffering [ However, the collection instrument, in a sealed envelope.

Later, ind themselves well with the death of a patient, feelings are ambiguous and they feel guilty if they completed instruments, respecting illing time day and time were scheduled for collection of the as these experienced attitudes and feelings of each candidate, and the instruments were oppose the training in relation to healing, leaving given back enveloped and without identifying the professional confused by feeling good, even the participants. There was saturation of data of the subjects conirms this contradiction, as pleasurable with the good death of a patient.

One because it was possible to observe extremely converging, similar and equal responses in most shown in the testimony: They are mixed feelings, of them. Data analysis, its interpretation and apparently paradoxical, within many healthcare discussion occurred considering the theoretical professionals [ After completed and analyzed Invest Educ Enferm. Regarding frustration identiied dynamics of work can lead to both pleasure and below: When I try to save the life of a patient Regarding the dificulty with grief, as I feel frustrated, as if I could have done more Therefore, workers have to deal with serving well and bringing proits for employers, or P9.

Because of inability perceived on the the responsibility of spending not too much, ultimately, when the institution has not proit, at testimony: I felt incapacitated for not being able to do something at that time [ This impotence and this inability could be together, least economic. However, there is some interesting data not related to pleasure and suffering, but the possible in caring for the sick, when they felt which are important to highlight.

According to comfort and relief with death, because the patient some participants we realized that they build was in an irreversible situation and the suffering defense mechanisms to coping better with this was over. Pleasure originates from the realization self-conidence, to be important, competent and situation, trying to preserve their mental health.

In of human potential, which provides the feeling of this sense, some professionals look for religiosity, using prayer as a tool for reception and comfort kind, capable of handling situations as they arise, the family and themselves, as follows: Sometimes and using their own capabilities and be free to I feel sad and want to cry, but most of the time express what they feel.

It requires self-satisfaction, I pray and ask that God comforts the family productive relationships and satisfactory with others, and a successful relationship with society. This becomes an escape valve widely nurses can come across, feeling guilty if they feel used for the distress, which is caused by the relieved with the death of the patient.

They Discussion experienced their own pressure and those who In this investigation the nurses had feelings were around, as if they could control, avoid and of pleasure and also suffering before death prevent death; they have experienced suffering corroborates indings in other studies.

Invest Educ Enferm. Thus, they However, the Psychodynamics of Work tries to experience the process of dying as loss, suffering, understand how workers can maintain mental distress, requiring psychological counseling, balance, even when subjected to destabilizing which should be accessible to them. It was also found the It was concluded that nurses participating in this presence of defense mechanisms to produce study, before the death of their patients, showed better coping of suffering at work, when patients driving and improving factors of both pleasure and identiied as the feeling of duty fulilled, comfort die.

Those relating to pleasure were represented by sadness, frustration, dificulty with In suffering, the defense mechanisms are used, and relief; those relations to suffering were such as denial or trivialization of what is happening in order to minimize the odds and ensure their grief, impotence and incapacity.

There were also own survival,10 which is not represented as defense mechanisms to avoid suffering, namely: something negative, and also meaning a way the praying after death and ask God to comfort the worker creates defensive ways to deal with the family; believing that death is a relief to the person work organization. A previous study showed that one of the nurses was inding strength in religiosity,18 individual strategies used by intensive care If the employee presents biologicist training, corroborating the indings of this study.

However, regardless of the suffering and strengthen the team as a whole. Nevertheless, dying and human initude in academic training, structural, and suffering can be directed towards it is necessary to include the issue of death and pleasure and health,20 even in death situations. Unfortunately, training in the health professions so there is an approximation of the nurse in this understanding the initeness of life.

It is suggested still tends to emphasize the technician training at process, given the fundamental importance of denial of the dificulties places the health team the expense of humanistic values. The constant to carry out new studies that address this complex relecting strategies, and give them opportunities in a state of permanent stress, with no healthy subject in addition to create welcoming and way of expression, predisposing it to illness.

However, acceptance and expression of feelings to talk about their feelings experienced in those development also inluencing the professional and emotions are part of the process of personal moments, with focus groups to discuss these feelings to those professionals who live with the development.

When this does not happen and the the importance of checking the psychodynamics patient dies, the professionals see themselves of work of this professional.

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Bogdan R, Biklen S. Cardoso MR. Dejours C.

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Lima MA. Psicopatologia do trabalho. Rio de Janeiro: FGV; Editora Atlas; Seligmann-Silva E. Desgaste mental no trabalho dominado. Rio de Janeiro: Editora Cortez; Pleasure and suffering in the nursing group: Predictors of Burnout Syndrome in nurses in 5. Franca FM de, Ferrari R. Burnout Syndrome the prehospital emergency services.

Acta Pau. Dimatos AMS.

Prazer no trabalho. Dissertation 25 5 Alderson M.O que a psicossomtica? Ramazzini B. This study has limitations.

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Queremos dizer que h muitas outras atividades, muitas outras profisses como a dos artistas, por exemplo nas quais as pessoas esto melhor quando se confrontam com esse tipo de angstia e quando tentam resolv-las graas sua atividade, do que quando se colocam ao abrigo de tudo isso. PDF Christophe Dejours: The methodology used is the literature review.

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